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sábado, 22 de dezembro de 2007

Choc nº98 22 Nov/5 Dez - 2ª Parte (Tradução)


Tradução parte2

“ Nós recebemos as cartas das mães que nos adoram e cujos filhos nos acham uns merditas.”
Eles bem podem defender o rock e fazer tremer todas as raparigas de menos de 15 anos, os Tokio Hotel são na mesma rapazes bem educados. Habituados a serem entrevistados, Bill, Tom, Gustav e Georg mostram-se muito profissionais e concentrados quando é necessário assegurar a promoção de Zimmer 483, o último álbum deles.
Choc: Há milhares de grupos de jovens. Devem o vosso sucesso a quê?
Bill: À sorte. Uma vez, uma única vez, nós estivemos no bom momento no bom lugar, lá onde o nosso produtor Peter Hoffmann nos descobriu. As cassetes que nós tínhamos enviado antigamente às casas de discos ficaram sempre sem resposta. Elas foram certamente para o lixo. O mais importante, é de tocar em cena, em todo o lado onde é possível.
Têm medo de sair do topo?
Tom: Depois “Durch Den Monsun”, a nossa primeira canção classificada nº1 nas vendas, toda a gente previa que nós iríamos brevemente desaparecer. Mas isso não aconteceu! Conseguimos estar mais vezes em nº1!
Gostariam de ter mais rapazes no vosso público?
Bill: É-nos indiferente. Nós recebemos também cartas de mães que nos adoram e cujos filhos nos acham uns “merditas”. Nós gostamos de todos os nossos fãs.
Um dos segredos dos Tokio Hotel é que vocês os quatro são todos diferentes.
Tom: Foi sempre assim. O meu irmão e eu, nos ouvimos música completamente diferente e vestimo-nos de maneira diferente. Encontramo-nos na música que fazemos juntos.
Bill, tu cuidas muito do teu “look”. Precisas de quanto tempo para te penteares de manhã?
Bill: Não muito tempo. Passo uma meia hora na casa de banho.
Tu penteias o teu cabelo todos os dias assim?
Bill: Às vezes, quando não me apetece, meto um boné para sair. Não é assim há tanto tempo como isso, eu tinha o cabelo curto. Eu mudo consoante a vontade e o humor. Quando eu tinha 10 anos, eu tinha o cabelo muito comprido.
Tom: O Bill sempre gostou de experimentar. Bill e eu vestíamo-nos sempre igual até à idade de 6 ou 7 anos. Vestíamos jardineiras e pronto. Mais tarde nós evoluímos em direcções diferentes. Bill começou então a passear alegremente com maquilhagem!
Bill, o que é que tu tens no teu braço?
Bill: Um punho. É chique, não?
Isso parece-se com uma coleira que se põe nos cães para não se lamberem.
Bill: Sim, o nosso cão também tem uma, mas maior…
Como é que fazem com os estudos?
Tom: Trabalhamos por correspondência. Enviam-nos as aulas e os trabalhos de casa. Tu fazes o teu trabalho e vais enviá-lo para a escola. Por outro lado nós temos professores particulares.
Não têm pena de não poder terminar o liceu com os vossos colegas?
Bill: Os pobres! Não, estou muito contente com esta solução. A escola, era o horror. Por mais que fosse bom, eu achava uma seca ir todos os dias. Tom e eu nós tínhamos problemas com os professores. A vida na escola, é nula. Era sempre o contrário daquilo que eu queria fazer. Quando eu telefono hoje aos colegas e que eles me dizem que têm que se deitar porque têm de se levantar às 6 da manhã, tenho pena deles.
No vosso single “Par-delà la fin du monde”(Ubers Ende Der Welt/Ready,Set, Go!) cantavam a ideia de romper de ser diferente. Mas vocês também estão prisioneiros de um quadro estreito. Não podem dizer: esta semana não tenho vontade de ser os Tokio Hotel.
Bill: Esta canção diz que não devemos ter medo de começar uma nova vida. Foi exactamente aquilo que fizemos. Nós deixamos o nosso antigo mundo por um universo completamente novo. Era aquilo que nós queríamos. Com certeza, nós estamos sempre confrontados com novos limites e novos desafios. A canção diz como o assumir.
Mas não podem deixar tudo de uma só vez…
Bill: Sim eu poderia dizer: “Não entro mais em cena, vou deitar-me.” Apesar da nossa tenra idade, nós somos já os nossos próprios chefes. Mesmo se uma equipa trabalha connosco, ninguém nos pode ditar o nosso comportamento. Nós fazemos tudo à nossa vontade. Não gosto que nos dêem ordens. É por isso que a escola sempre foi um problema para mim. Agora eu posso ser como quero.
E aos 40 anos, estarão sempre em cena? Um grupo como os Rolling Stones é um modelo para vocês?
Tom: Eu posso compreender que eles não queiram deixar o seu lugar em cena. Eles não são os nossos modelos, mas seria uma perda se eles parassem. Quando a música foi toda a tua vida, porque deixá-la aos 60 anos?
Bill: Eu não posso imaginar outra profissão.

Fonte:
http://tokygirl.blogs.sapo.pt/


1 comentário:

Anónimo disse...
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